não tenho a menor vontade de nada. se mantenho na casa em que morei durante vinte anos de minha patetica vida e agroa ja não tenho muita mais vontade de continuar aqui. nem de ir para casa, para minha movimentada nova casa. o suicidio é uma ideia recorrente nesses dois ultimos dias, nesses dois ultimos meses. nos dois ultimos anos. E, lembro-me que o dia exato em que gostaria de morrer é no dia 24/4, ou seja vinte e quatro de abril. A razão para isso é que esse é o dia que minha primeira namorada e mais estranha delas nasceu. seria engraçado morrer no dia em que nasceu aquela que matou minhas esperanças sinceras de amor. depois do primeiro amor falso amor voce começa a perceber um pouco mais como é que estranha e bizarra essa nossa razão falsa razão colocada nos romances e na novela de que o amor tudo salva, tudo justifica, tudo faz parecer certo. Mas no dia em que a irmã da Diana me perguntou no onibus porque eu ainda estava com ela, sendo que nem mais queria estar ao lado dela, eu soube que não poderia mais amar meu primeiro amor. E que, junto com o primeiro amor ia-se mortos todos os outros, ia-se embora as esperanças de verdades bem montadas. Eu acho que ela queria era a mim, essa irmã da Diana, na epoca nos matavamos aula sempre juntos e assistiamos filmes no cinema. embora amobos estivessem namorando, ela passava mais tempo comigo do que com seu rapaz. era compreensivel.
mas logo depois que a pobre menina descobriu o quanto eu era comum e banal e chato e normal a todos os outros homens que ela poderia devorar com sua maquina de devorar homens, ela desistiu de mim e correu para os braços do seu amado, eterno amado.
eu? eu fiquei todo o resto do tempo pensando em suicidio...
segunda-feira, outubro 30, 2006
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