não tenho a menor vontade de nada. se mantenho na casa em que morei durante vinte anos de minha patetica vida e agroa ja não tenho muita mais vontade de continuar aqui. nem de ir para casa, para minha movimentada nova casa. o suicidio é uma ideia recorrente nesses dois ultimos dias, nesses dois ultimos meses. nos dois ultimos anos. E, lembro-me que o dia exato em que gostaria de morrer é no dia 24/4, ou seja vinte e quatro de abril. A razão para isso é que esse é o dia que minha primeira namorada e mais estranha delas nasceu. seria engraçado morrer no dia em que nasceu aquela que matou minhas esperanças sinceras de amor. depois do primeiro amor falso amor voce começa a perceber um pouco mais como é que estranha e bizarra essa nossa razão falsa razão colocada nos romances e na novela de que o amor tudo salva, tudo justifica, tudo faz parecer certo. Mas no dia em que a irmã da Diana me perguntou no onibus porque eu ainda estava com ela, sendo que nem mais queria estar ao lado dela, eu soube que não poderia mais amar meu primeiro amor. E que, junto com o primeiro amor ia-se mortos todos os outros, ia-se embora as esperanças de verdades bem montadas. Eu acho que ela queria era a mim, essa irmã da Diana, na epoca nos matavamos aula sempre juntos e assistiamos filmes no cinema. embora amobos estivessem namorando, ela passava mais tempo comigo do que com seu rapaz. era compreensivel.
mas logo depois que a pobre menina descobriu o quanto eu era comum e banal e chato e normal a todos os outros homens que ela poderia devorar com sua maquina de devorar homens, ela desistiu de mim e correu para os braços do seu amado, eterno amado.
eu? eu fiquei todo o resto do tempo pensando em suicidio...
segunda-feira, outubro 30, 2006
segunda-feira, agosto 28, 2006
Lembranças de Madrugadas
Eu até gostaria de lembrar quantas madrugadas fiquei acordado, bem que eu gostaria, teve tantas, aquelas na praia em que eu tentava assistir a filmes pornos, as madrugadas em casa, onde o chão frio me dava queimação no estomago, as vezes em que eu ficava olhando a Bernadete ser abusada por uns caras na rua de baixo, as madrugadas em que eu ficava com medo de alguma coisa que estava lá fora, as vezes em que eu ia pro carnaval e voltava com o sol nascendo, as vezes em que ia pro mamaquilla junto com o pessoal e voltava a pé, cantando ou fazendo algo parecido, as vezes em ficavamos na praça até a manhã, a vez em que eu e o Magrão voltamos de biritiba a pé, os dias que antecediam novos anos na escolinha, novas turmas, os dias de vespera de prova, a vespera da Usp, as madrugadas em que "não-dormia" com a Erica, com a Bixete, com a Lucitta, com a Renata, a noite em que um pernilongo chato ficava me enchendo o saco, sempre a zumbizar no meu ouvido, os dias em que ganhei meu primeiro computador e ficava só nas salas de bate-papo, quando o neto dormiu na minha casa e levou o Phantasy Star 3 e eu passei a madrugada jogando, as festas na casa do Marcão, quando acabava sempre lá pelas cinco da manhã todo mundo capoado, fingindo que assistia filmes, o dia da festa da Diana na casa da Lee, quando eu "não-dormi" com ela, a vezes dos bailes a fantasia e do baile brega, os dias na republica federativa do Opio, onde jogamos Poker ou Videogame ou Assistimos filmes ruins ou só bobeiramos mesmo, sempre com aquela fumaça estranha em volta, ou mesmo nos dias engraçadissimo do acido, quando tudo aparentemente faz sentido e é muito engraçado, a primeira chapação que tinha tema "busca pela comida", a segunda chapação em que o medo foi total e nada funcionava, até que se tocamos que não funcionar estava funcionando mais do que o planejado, e a terceira chapação, quando o tema era a solidão, todos morremos sozinhos... Teve a vez em que não consegui me manter acordado, a minha prima ia (eu quero acreditar nisso) aparecer no meu quarto de madrugada, eu estava querendo assistir Emanuelle, a vez em que perdi a chave do meu quarto na casa da Lilian, e tive que voltar de madrugada lá, entrar na casa dela escondido, pra pegar a chave que eu lembrava vagamente que havia caido no chão, a vez em que ficamos acordados no show dos Stones no rio, Wilber Magrão Bifo e eu, fomos e voltamos de onibus, e eu não dormi um instante naquela madrugada em que fomos pra lá, a vez do encontro de motoqueiros em guarulhos, não dormi um instante naquela barraca pequena, as vezes em que andava pelas ruas de salésopolis, já com saudade de não sei o que, por horas e horas, voltando pra casa as quatro ou as cinco da manhã, os dias no sitio do Wilber, ninquem dorme, a viagem pro Rio de Janeiro nmo Mundial de Kung-Fu (se eu não dormir ninquem dorme!!! Pi-Pi-Poca) os dias de jogo de RPG com o PC, com o Toiço, Com o Garga, com o Marcão, com o Japones, com o Caio, com todo mundo do RPG, as madrugadas em que ficavamos discutindo regras e interpretações, as madrugadas em que, em volta da fogueira, eu narrava criadores do Edem, as noites em que passei em claro escrevendo estorias, historias, o falso gordo, contos, poemas, choros, as noites em que passei só ouvindo Legião Urbana e me sentindo inutilmente triste, as madrugadas de alegrias com meus amigos, ouvindo musica boa, bebendo, vomitando, caindo em rios, pedindo socorro, sendo paquerado por pseudos-gays, fugindo deles com tiradas incriveis, as noites que andava pelas ruas com a minha insegurança comum, a noite em que passei 12 horas na frente de uma tela de teve na republica com medo de perceber que meu namoro acabava, as madrugadas em que nunca estudei (embora deveria) as madrugadas em que tinha fome e não comia, em que voltava pra casa com uma tristeza com ponta de alegria despercebida, as madrugadas em que fazia ditado e assistia jó soares onze e meia, as madrugadas que inventei, que quis esquecer, as que nunca vou esquecer, as madrugadas que Nunca vou lembrar... Essa é só mais uma delas, e mais uma das milhares que estão por vir.
quarta-feira, agosto 23, 2006
De quando a Pj falou mais alto que a Bixete
Certamente a dor volta de tempos em tempos, volta de dias em dias de noites em noites e sempre quando estou sozinho, tenho estado sozinho a bastante tempo. escrever alucina e acalma, assim como uma viagem de acido de lsd, fascina ilusiona e acalma, aterisagem perfeita comandante! a dor volta quando eu estou com frio e com calor, com fome ou bem alimentado, des ou cansado, ela volta eu sei, volta quando mais se espera que ela vá embora. E olha que hoje eu decidi chutar o pau da barraca e falar "que se foda" "não vou ficar mais triste!" e olha que nesse quesito, o de conseguir não ficar triste, eu sou bom. Mas nem sempre se pode ganhar todas, não é garotão? o melhor é relaxar e esperar a bomba passar (um dia ela passa) enquanto isso se embebede com seus amigos, com os bixos, com seus amigos, com inimigos. Ela não volta mais e isso já é oficial, voce é desleixado demais. Aproveite e compre-me um saco de pipocas, pois o filme, o filme meu caro, está apenas começando...
quarta-feira, agosto 09, 2006
Gallons and Gallons of Rubling Alcohol Flow Through the Strip
Voltei a Achar Alfinetes
certamente não é um momento muito agradavel, isso é visto logo pela minha cara. Mas o que acontece é que em certas vezes voce não consegue mudar o que já era pra acontecer, não que exista destino ou algo parecido, se existe eu quero que ele se foda! mas é que certas situações, certas coisiquinhas não mudam, não importa o quão bom ou legal ou interessante voce seja. eu poderia citar milhoes de cousas que fazem dessa minha afirmativa de merda, Verdade (ou algo que se assemelha a ela) mas não vou, quase que o fiz, mais melhor não. é que eu estou cansado, muito cansado, realmente cansado e a droga da sensação de dor no peito ainda não saiu, é foda... mas é o que eu tenho, por mais triste e real que seja, isso tudo é o que tenho.
Nunca fui um daqueles que fogem da tristeza, ou que a recriminam (não estou reclamando da minha má sorte) mas que quando se esta bem no fundo dela (estarei assim amanha de manhã) é dificil não pensar em outra coisa que não sejam os bons momentos (ou aquilo que deveriam ser os bons momentos) só que eu não me lembro, coisas do metabolismo, e eu ainda estou frustado e sei disso, me lembro da palavra e agora só estou esperando, não estou nem pensando nem lembrando, nem sofrendo tanto quando deveria estar se metade do que se disse fosse verdade no momento que disse (em algum momento de tudo aquilo foi verdade, mas ainda bem que uma noite antes de tudo acontecer, sinais foram mandados e um beijo foi, inconscientemente, evitado... são cosas de la vida) eu agora poderia encher a cara ou tomar acido ou sair pros puteiros da vida ou correr atras de colo da minha melhor amiga, mas acho que ainda não vou fazer isso, é cedo demais pra se achar um idiota (e é um pouco tarde demais pra mudar toda a minha concepção de existencia)
Alias, qual é o problema em apenas "ser" sem tentar se superar? deve ser um crime horrivel não ser ambicioso ou não fazer da sua patetica vidinha algo que seja lembrado nos anais da sociedade "Hey carlos! lembra-se daquele incrivel lixeiro?" "qual? aquele que tambem era poeta?" "sim! Esse mesmo! ele tambem era empresario, não é?" "era! esse cara sabia o que queria da vida! vamos louva-lo!"
e como diz a voz aqui da minha caixa magica "all whe know is all whe are" e essa é uma frase que eu não consigo entender...
Ah! antes que eu me esqueça... Vai a Merda!
certamente não é um momento muito agradavel, isso é visto logo pela minha cara. Mas o que acontece é que em certas vezes voce não consegue mudar o que já era pra acontecer, não que exista destino ou algo parecido, se existe eu quero que ele se foda! mas é que certas situações, certas coisiquinhas não mudam, não importa o quão bom ou legal ou interessante voce seja. eu poderia citar milhoes de cousas que fazem dessa minha afirmativa de merda, Verdade (ou algo que se assemelha a ela) mas não vou, quase que o fiz, mais melhor não. é que eu estou cansado, muito cansado, realmente cansado e a droga da sensação de dor no peito ainda não saiu, é foda... mas é o que eu tenho, por mais triste e real que seja, isso tudo é o que tenho.
Nunca fui um daqueles que fogem da tristeza, ou que a recriminam (não estou reclamando da minha má sorte) mas que quando se esta bem no fundo dela (estarei assim amanha de manhã) é dificil não pensar em outra coisa que não sejam os bons momentos (ou aquilo que deveriam ser os bons momentos) só que eu não me lembro, coisas do metabolismo, e eu ainda estou frustado e sei disso, me lembro da palavra e agora só estou esperando, não estou nem pensando nem lembrando, nem sofrendo tanto quando deveria estar se metade do que se disse fosse verdade no momento que disse (em algum momento de tudo aquilo foi verdade, mas ainda bem que uma noite antes de tudo acontecer, sinais foram mandados e um beijo foi, inconscientemente, evitado... são cosas de la vida) eu agora poderia encher a cara ou tomar acido ou sair pros puteiros da vida ou correr atras de colo da minha melhor amiga, mas acho que ainda não vou fazer isso, é cedo demais pra se achar um idiota (e é um pouco tarde demais pra mudar toda a minha concepção de existencia)
Alias, qual é o problema em apenas "ser" sem tentar se superar? deve ser um crime horrivel não ser ambicioso ou não fazer da sua patetica vidinha algo que seja lembrado nos anais da sociedade "Hey carlos! lembra-se daquele incrivel lixeiro?" "qual? aquele que tambem era poeta?" "sim! Esse mesmo! ele tambem era empresario, não é?" "era! esse cara sabia o que queria da vida! vamos louva-lo!"
e como diz a voz aqui da minha caixa magica "all whe know is all whe are" e essa é uma frase que eu não consigo entender...
Ah! antes que eu me esqueça... Vai a Merda!
domingo, agosto 06, 2006
You & Me & the Bottle Makes 3 Tonight
Nunca Dormi em casas de Chão encerado, sabe? Já Dormi em casas com chão de Taco de madeira, em casas de piso frio, em casas de Carpete e em uma casa com o chão mais sujo da redondeza, mas nunca dormi em um chão encerado, isso deve ser estranho, deveria pelo menos, no minimo eu pensar nesse assunto deveria ser estranho, pois ha tanta coisa pra pensar (cansei de Pensar, só Vou Me Lembrar das coisas... e talvez senti-las) Ontem dormi SOZINHO, e mesmo tendo namorada, mesmo ela morando a sete minutos daqui, mesmo que nos damos bem ali, mesmo que ela tenha prometido que vinha pra cá em um testimonial do Orkut (conversamos assim para ter privacidade) ela não veio.... Suas razões são, teoricamente, sensatas e entendiveis, mas isso não tira o fato de que fiquei muito... como é que se diz... eu não me lembro da palavra correta, na hora em que ela ligou avisando (com um voz cansada... tadinha) que não vinha, eu pensei na hora nessa palavra que agora me some da cuca...como é que é, eu fiquei trasntornado... Não! não é isso.... Decepcionado?... Não! droga, não me lembro da palavra, ela é quase igual a Decepcionado, mas tem mais conotação de Ilusão do que de raiva, sabe...? isso porque eu estava esperando por ela o dia todo, na verdade estava espernado por ela ontem tambem (só conta o dia depois que eu dormir) mas ela me deu um fora, seja por qualquer motivo que seja, ela me deu o fora... bom rapaz, nem sempre se pode ganhar, mesmo com um jogo aparentemente feito (ela gosta d'eu e o mesmo se repete pelo papaizinho aqui) algumas vezes "filha da puta tem que se foder na vida pra aprender" como diria Thomas... é... ainda não me lembro da palavra e já são nove da manhã e eu ainda não dormi, estava na res publica e tentei não pensar no fora que levei da minha namorada... pena que tentar não é conseguir em muitos casos da vida...!! Lembrei da Palavra! Eu fiquei Frustrado! Frustradissimo com toda essa situação.
E eu sei que tenho que dormir, meu peito anda ardendo demais... preciso dormir... e parar de Pensar!
E eu sei que tenho que dormir, meu peito anda ardendo demais... preciso dormir... e parar de Pensar!
quarta-feira, junho 28, 2006
Janelas abertas
Um Drink me faria bem agora, eu acho que sim, talvez, é uma certa angustia de não ser não poder não sentir e ao mesmo tempo ter que sentir, ter que esperar, é complicado e apenas palavras nada dizem, e isso sempre foi assim, eu me lembro dos meus quinze? dezesseis anos? eu não sei direito, parei de contar e minha memoria, assim como o resto de minhas funcões mentais, esta em extremo desuso, exceto pela leitura, mas eu me lembro de estar deitado na cama ao meio dia, esperando o proximo dia, eu era feliz e não sabia? eu era triste e não sabia? ou sera que sempre soube sem nem mesmo falar ou pensar que o era (triste/feliz) é estranho pensar que vivo vivo vivo vivo e nunca mudo, ainda sim se ela me convidasse para tomar cafe na casa dela, ainda hoje, tantos anos depois, eu ainda ficaria com taquicardia, teria tremedeiras, faria a barba (ela não gosta, diferente de outras) e faria isso não porque a tal "temporada de caça" estaria de volta a ativa, não, acho que não, provavelmente não... eu faria isso porque, talvez, ela e a historia que eu tenho com ela merece respeito, talvez porque eu me sinta bem ao lado dela e queira que ela sinta a mesma coisa boa, talvez eu realmente esteja caçando e a queira em meus braços, em minhas pernas, entre elas... talvez tanto talvez... Mas hoje eu não estou mais ali, tomando cafe, comendo bolachas, atras do balcão, sentado numa cadeira de madeira com uma oração na mesa, uma oração de um padre que me pergunta se a minha vida esta triste (Ah! sempre esteve, padre, mas eu não ligo, sinceramente eu me acostumei) eu me lembro da chuva, da chuva que de vez em quando caia lá fora, e nos dois olhando-a, encharcar a rua, molhar todo mundo, e nos dois ali, parados, obsevando, o mundo não tinha tempo e não tinha razão, era apenas ali, era tão simples e tão logico, mas tambem era tão complicado e tão irreal, ela almoçava e perguntava se eu queria comer, eu rejeitava e acabava comendo do prato dela, dai ela lavava louça e eu, claro, ajudava, o que era aquilo? namoro? amor? amizade? puro sexo? sempre me perguntei, mas nunca, nunca tive uma resposta sincera de mim ou dela sobre o que faziamos ali, todo dia, juntos, sorrindo para o outro e perguntando como fora o dia, qual eram as novidades novas, quem tinha morrido, quem ia morrer, e quando alquem querido morria, eu corria pra lá e a abraçava forte, ela chorava, eu chorava, eu dizia "pssssss... calma...." e ela soluçava infantilmente, sabendo que nada, nem choro nem vela faria o amigo voltar, era triste mas eramos nos, juntos, aquentando a realidade bater na nossa casa, na nossa vida irreal e tão perfeita, era tão musical... e quando ela ficava entediada e fazia palavras cruzadas, quando ela sorria com os olhos mais verdes que o proprio verde, sorria com os olhos, com os labios, com a alma, que nela e somente nela eu nunca duvidei que existisse, sorria e dizia OI, sabendo que o OI era idiota, estavamos acostumados com a presença um do outro, e estavamos acostumados até demais, toda a beleza da vida é feita do conflito e da explosão, e isso era o que não acontecia naquela lugar irreal, na nossa Arcadia, na Nossa Pasargada, tudo tão simplorio e bonito que acabamos nos cansando um do outro, os sorrisos de alma eram apenas mais um na semana, as chuvas não nos faziam sentir especiais, nada que até ontem era magico é magico hoje, e quem diria de amanhã, quando terei que, mais uma vez, aparecer lá, dizer OI, ouvir OI, perguntar quais são as novidades novas e ouvir que não ha novidades novas, exceto que "meu trabalho que fisica teve nota sete e meio" ou que "menstruei hoje", tduo tão banal, era lindo, mas mesmo o paraiso cansa, se torna chato e pedante sem um conflituosinho, e foi isso o que aconteceu, nos separamos, cada um pro seu lado, cada qual pra tua toca, cada um pros seus amores e pros seus objetivos (ou pra falta deles) nos separamos porque isso era o ideal a se fazer, era o mais sensato, o mais onirico, mas ainda hoje se eu for tomar cafe na casa dela, lá pelas cinco e meia, antes do onibus passar, vou sentir as mesmas sensações que sentia naquela epoca, todos os dias, e sei que ela tambem sente a mesma coisa, crescemos, em-velhecemos, ficamos feios, barrigudos, chatos, pedantes, desesperados e insipidos... mas ainda temos a chuva, ainda temos um ao outro, e ainda teremos Um ao Outro...
Para Lilian...
Para Lilian...
sábado, junho 10, 2006
bebedo bebado babado
Esperar é uma coisa complicada, agora espero meu primo, espero ele chegar e me tirar daqui, dessa lenga lenga que é são paulo em casa, sem ouvir musica, sem esperar musica, somente escrevendo e lendo, quando muito sem ler porque ler requer um minimo de junção de pensamento, e isso não tenho agora. Minha vó está no quarto tentando dormir, nos brigamos novamente e ela tentou fingir que não estava triste falando que a torneira está cheia de cloro, algo assim, eu não escutei o que ela falava, e cada dia eu fico mais rapido no teclado, nunca fiz curso de datilografia por isso só uso dois ou quatro dedos no teclado, meu primo não vem, eu sei, eu sei, mas ainda vou esperar mais umas duas horas, assim como ontem eu esperei o Carlos pra me levar na casa da Fô, teve uma festa bebada lá, o carlos se perdeu e não achou a minhas casa, eu estava na rua esperando ele e me achando um garoto de programa, olhando para todos os carros e sorrindo para todos, tem horas que eu me acho simpatico demais (fiquei uns quatro segundos antes de escrever a palavra simpatico, acho que eu não sei direito o que eu sou)na festa eu bebi, bebi muito, não conhecia ninquem exceto o quarteto bixo da faculdade que viraram meus amigos, mas o resto do pessoal não importa muito, comprei uma garrafa de conhaque e bebi praticamente sozinho, quase uma garrafa inteira, virei ela, gute gute, os desconhecidos e os bixos me olhando com uma cara de espantados "ele ta bebendo pra caralho!" eles são boas pessoas, afetados, mas ainda sim boas pessoas, eu não conheço ninquem que não seja afetado tambem, eu sou afetado, é uma certeza, talvez...
mas eu me lembro de quando bebi pela primeira vez, não foi uma experiencia muito gratificante, nem um pouco, nem um pouco, foi com corote, eu e o pessoal de salé (inclua ai a lilian) saimos para a bosta do mamaquilla, aquela merda! eu estava tonto, tontinho, meio litro de bebida pra um rapaz só é foda! mas tudo bem, eu chorei como uma idiota naquela noite e nem lembro quem catei, ela tambem não, ninquem lembra de nada, exceto dos dias, as noite ficam perdidas, ontem eu vomitei em uma banheiro que não conheço, a chave não fechava (ou fechava e eu não sabia) senti muito salgadinho voando pela minha boca... tinha salgadinho de graça naquela festa, veja como eles são afetados, mas foi divertido, um xucro no meio dos paulistas descolados, eu quase fumei maconha naquela noite, que alias foi ontem , eu quase fumei maconha e queria, sinceramente queria, alias fumei um pouco onetm cigarro normal, é... eu queria aparecer ontem, e acho que consegui, o Ronnin percebeu... mas o carlos tava tentando se dar bem (tomara que tenha conseguido) eeu não consegui nada, mas acho que talvez a tommy gostaria, é... estamos proximos demais um do outro, amiguinhos demais, e se nada acontecer eu fico feliz, se acontecer tambem, just like lee
é... estou triste...
cansei de pensar
mas eu me lembro de quando bebi pela primeira vez, não foi uma experiencia muito gratificante, nem um pouco, nem um pouco, foi com corote, eu e o pessoal de salé (inclua ai a lilian) saimos para a bosta do mamaquilla, aquela merda! eu estava tonto, tontinho, meio litro de bebida pra um rapaz só é foda! mas tudo bem, eu chorei como uma idiota naquela noite e nem lembro quem catei, ela tambem não, ninquem lembra de nada, exceto dos dias, as noite ficam perdidas, ontem eu vomitei em uma banheiro que não conheço, a chave não fechava (ou fechava e eu não sabia) senti muito salgadinho voando pela minha boca... tinha salgadinho de graça naquela festa, veja como eles são afetados, mas foi divertido, um xucro no meio dos paulistas descolados, eu quase fumei maconha naquela noite, que alias foi ontem , eu quase fumei maconha e queria, sinceramente queria, alias fumei um pouco onetm cigarro normal, é... eu queria aparecer ontem, e acho que consegui, o Ronnin percebeu... mas o carlos tava tentando se dar bem (tomara que tenha conseguido) eeu não consegui nada, mas acho que talvez a tommy gostaria, é... estamos proximos demais um do outro, amiguinhos demais, e se nada acontecer eu fico feliz, se acontecer tambem, just like lee
é... estou triste...
cansei de pensar
segunda-feira, maio 22, 2006
Ouço Vozes...
Bom, é um fluxo mental de novo, né? ultimamente não estou bem ou bom para escrever mas vamos ver o que acontece, pode ser que eu pare na quinta linha mas talvez não e esse talvez é o que importa. E eu estou ouvindo vozes hoje, fiquei tempo demais parado, tempo demais sozinho, e acho que tem alguma coisa cantando na minha cabeça, pelo menos é um pouco mais alto que a minha normal imaginação, esse voz não conversa comigo mas acho que só faz isso porque não esta tão interessada em mim, e chove, hoje fez frio, frio no pé, só de noite é que tive a ideia de colocar meia, e tambem assisti a o ultimo episodio dos "anos Incriveis" O calvin não fica com a menina namorada sua, triste, ele sai de casa e tudo mais, eu lembro que assistiamos esse seriado na cultura nos anos noventa, comendo miojo e esperando o beakman ou o timtim, eu não lembro direito, minha irmã chamava de whatututu inconfesaldu, ´que é a musica do começo cantada por uma menina de, na epoca acho que uns oito anos, é talvez fosse essa a idade dela, mas se fosse mais velha não era muito mais velha não. eu lembro da praia e desse seriado, da praia antiga onde toda a familia ia no final de ano, eu não tenho saudade realmente da praia, mas sim da familia, daquele ritual, mas da praia eu não tenho saudade mais não, eu prefiria ter passado alguns finais de ano em salé, ou em qualquer outro lugar, seria legal variar, mas não! sempre praia praia praia, acho que a minha familia nunca gostou muito do novo, e isso meio que se reflete na minha atitude com o mundo, eu fico meio que temeroso de coisas novas, nada que não me force me trancar em casa, mas ainda sim é um medinho, uma não-avontade com o novo, isso é chato, mas não importa.Como disse, hoje não é um bom dia pra escrever, amanha eu VOU na faculdade! Vou sim! e a voz vai conversar comigo a noite inteira, e ela tem razão em me chamar de idiota, ela quase sempre tem a razão, mas ainda sim conversar com ela me deixa um pouco menos solitario...
quarta-feira, maio 17, 2006
Enquanto espero Desfragmentar...
Enquanto espero desfragmentar meu computador, ele esta lento demais e já perdi algumas paginas de livros por culpa dessa lentidão, vou escrever da mesma forma que ontem, se possivel um fluxo de pensamento que me levem ao mesmo lugar de antes, não o mesmo passado, mas talvez um passado diferente, talvez toda essa idiotice esteja enterrada em algum lugar no passado mas, sinceramente, eu acho que não e isso não importa, na verdade eu acho que é sim, por culpa da minha infancia que eu sou tão supostamente defeituoso, mas isso não importa ainda, o que importa é a aparencia e o que voce ouve enquanto faz sexo com seu amor dos ultimos quatro anos, e se voce considerar beijinhos ridiculos e bebados sem tesão nenhum enquanto os dois estavam deitados na cama dela e cantando para espantar sua prima e o homem que ela estava comendo do quarto, então a ultima musica que fiz isso foi "depois do começo" do legião urbana, o fim de uma era, acho eu... mas eu sempre acho as coisas e isso pode ser ao mesmo tempo uma coisa boa como uma coisa ruim, as secretarias não acham nada, elas apenas digitam o mais rapido que podem e fazem beicinho para o patrão (como Brigite Bardó do Jean Luc Godarg) mas eu conheci uma secretaria que matava aula, e matava aula pra sair comigo e ir pro cemiterio, ir pra umas amostras ridiculas de prefeitura de cidade pseudo grande, ela tambem asistiu Homem Aranha comigo no cinema e foi antes do seu namorado (ele nunca soube disso e achouque ela não tinha assistido o filme quando foram assistir juntos)acho que se ela não estivesse namorando e eu tambem não, teriamos ficado e talvez nos amado, dai eu ficaria apaixonado pela loira estranha, não teria tentado virar poeta e não teria lido tantos livros como leio agora (ilusão) e não estaria na merda da USP sendo um amigo de um grupo de neo-escritores, ouvindo Johnny Cash a noite inteira enquanto a merda do meu PC faz a sua desfragmentação, sem essa desfragmentação eu não consigo terminar o meu livro, que já esta terminado mas que falta os ultimos e informaticos retoques, acho que se eu tivesse ficado com a secretaria eu não teria nenhuma chanca com a irmã dela, coisa que eu acho que não vou ter mesmo, a não ser que eu publique algo de util e seja bem romantico, coisa pra ela querer no minimo me beijar, sim, porque sou quase um Bukoswki, sem as espinhas é claro, mas sou um desastre com as mulheres, é sim, sou um desastre e é assim que eu me sinto agora, um desastre para com e sobre as mulheres, conte quantos orgasmo voce já proporcionou a uma mulher em uma unica noite, sr zé-ninquem... Bom, eu já fiz OITO em uma unica noite pra uma unica mulher, isso é bastante, eu sei, a menina se achava meio frigida antes de mim, disse (e eu não acreditei, é claro, na cama somos todos falsos, mas ela pelo menos agiu como que isso fosse verdade) que nunca tinha tido mais de UM orgasmo com Homens, pelo menos só com homens não tinha tido, e eu fiz ela ter OITO! isso quer dizer que eu sou, pelo menos bom na cama, não sejamos hipocritas, sendo um bocadinho legal voce é capaz de proporcionar varias coisas pra senhorita em questão que está a lhe devorar. Mas apesar disso, como é que quando é pra fazer algo com alquem com que realmente quero, sai tudo errado? essa menina das OITO vezes é uma vadia sem graça, que teve o seu apice de interessantismo quando leu, nua em pelo e deitada do meu lado, o livro do Kerouac "Vagabundos Iluminados" naquela parte em que a menina faz sexo com tres caras ao mesmo tempo, esse foi o apice dela, e eu pensei que estivesse com AIDS por ums dois dias (depois a crise passou) mas naquela que devia ser a NOITE DA MINHA VIDA, DEITANDO COM A MINHA AMADA MAIOR, foi uma bosta um fracasso, os dois ficaram completamente sem graça e entediados, insatifeitos, tanto que depois dessa noite ficamos a nos ver por um mes mais ou menos mas nem eu nem ela tivemos vontade de, pelo menos pensar, em voltar... pra voce ver! tem horas que tudo parece tão bom, mas quando eu pensou que, mesmo que tenha feito piadas boas e inteligentes, mesmo que escreva o conto dos contos, o romance dos romances, ainda de noite, na madrugada triste, eu vou dormir sozinho, chorando as pitangas da minha idiotice e sendo, talvez o ser vivo mais repugnante daquele quarto escuro em que durmo. E pior do que isso é ter sono, ter tristeza, ter tudo isso que esta escrito ali em cima, e ainda por cima não poder dormir para sofrer e talvez amanhã acordar com esperança (quase semrpe é assim, quando não é eu não consigo me mexer da cama durante umas dez horas) o pior do que isso é ter que ficar escrevendo em um blog porcaria porque a Merda do teu computador está desfragmentando e voce não pode desligar-lo enquanto a Merda da função está sendo Feita! Merda!
CANSEI DE PENSAR AGORA VOU SÓ LEMBRAR!
CANSEI DE PENSAR AGORA VOU SÓ LEMBRAR!
terça-feira, maio 16, 2006
Oh Merda!
por que diabos eu fiz essa merda? já não basta dois outros blog em que sou convidado ainda tenho saco de criar um terceiro e achar que nesse algo de util ou literario vai surgir... que merda! poderia ficar aqui escrevendo que não sairia muito do basico minha-vidinha-agora-na-internet... Oh Merda, cansei realmente de pensar, cansei de existir, cansei de ganhar e de perder, de ter que criar postagens engraçadas ou poeticas, ou mesmo de dar certa logica para o que digo ou escrevo, cansei de existir e de ficar preocupado em me repetir, eu quero me repetir eu quero me repetir eu quero fazer piadas somente fazer piadas, eu cansei de ter que arrumar os erros ortograficos que acavo de fazer, eu me cansei de fazer blogs e de esperar que alquem poste mas ninquem posta, acabo de espirrar, acabo de espirrar de novo, ai vem um terceiro e logo vai embora, como eu queria espirrar a vida inteira, logo logo esse fraco fluxo de pensamentos vai começar a ter vida propria e dai sim, vão começar a aparecer merdas nessa merda Oh Merda , o mamaquilla é uma merda, são paolo é uma merda, colher tambem, meus dedos doem minha bunda doi eu fiquei parado o dia inteiro minha barriga cresce muito tenho que desabotoar o feixe da minha calça para ficar confortavel, e pensar que a uns anos atras eu fazia 180 adbominais sem me cansar, agora eu sou um porco feio, que acha que lê muito mas que ainda não leu nada, Oh merda, eu acho que deve ter alguma lógica aqui, mas agora eu tou lembrando de uma arma de brinquedo que eu tinha quando criança, eu lembro dela e do banheiro da minha primeira casa, eu lembro da arma mas do banheiro não, ele devia ter azulejos azuis, acho que sim, um chuveiro sujo e uma saboneteira de ferro, os espelho eu realmente não me lembro e acho que não lembro porque nunca me vi nele, eu era pequeno demais, ainda sou, mas eu me lembro do meu quarto, tinha duas camas (minha e da Marina) e uma santa do topo da porta, eu lembro que pulava a janela, que era bem baixa, eu pulava ela tranquilamente, se fosse hoje não teria por que pular, chegaria bebado em casa e entraria pela porta da frente, mas eu me lembro que naquela casa tinha muita formiga, daquelas formigonas pretas de açucar, tinha um quartinho com veneno e um quintal grande, onde eu e meu falecido primo Elias brincavamos muito, ele me chamava na epoca de marocapipoca, idiota mas ainda sim sentimental, esse primo morreu faz um ano acho, ou mais, acidente de carro, a mãe dele não chorou no enterro, a casa tinha uma casinha de abelhas inofensivas e uma lavadeira que jogava espuma lá embaixo, eu perdi minha arminha de luz lá embaixo no quintal, a televisão era velha, daquelas que voce aperta o botão e o casa aparece, passava muito chaves e jaspion naquela tv, e eu adorava assistir tv bem alto, bem alto, era bizarro, é bizarro, tanto tempo se passou e nada de mudar a existencia, certa vez choveu muito e eu fiquei olhando pela janela a enxurrada passar violentamente, agua voava pra tudo quanto é lado, eu tinha um album dos superamigos e meu pai trazia figurinha sempre, o album tinha um cheiro... acho... é só esse o cheiro que eu tenho da minha infancia, eu tomava muito cafe com leite lá.. num copo amarelo, tomava guarana num copo com um canudinho ja grudado no copo, o copo era azul, acho, e eu tinha dois ursinhos, um é o que hoje está debaixo da minha cama, o zeca, o outro era um panda que eu devo ter perdido quando tinha uns quatro anos, eu lembro que eu falava isso quando tinha sete anos, perdi o panda nos meus quatro anos, eu consigo ver-lo, tão feio mas na epoca tão bonito, assim como meu carrinho, meus tres ou quatro carrinhos, um andador em que minha irmã andava (e talvez eu?) um microfone da xuxa, tão feio! eu assitia a Angelica naquela epoca, eu e meu tio, o tio Gê, ele assitia comigo sei lá por que, acho que pra ver as pernas da Angelica que, convenhamos, é muito gostosa! é... a Angelica ainda é gostosa, mas tem muita menina na faculdade mais gostosa que ela... tem muito mais menina na minha vida mais gostosa que ela... como as duas "namoradas" que eu fiz sexo no carnaval a uns anos atras, bizarro, não? como um garotinho que eu era se torna? quando virei adulto? não foi na minha despedida de virgem não... ou sera que foi? acho que virei adulto quando decidi gastar mais dinheiro do que tenho, acho que virei adulto quando começei a beber, e já ia pros bares aos seis meses de idade, que Merda, acho que falei bosta demais!
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