Sinto-me só.
Isso é lógico quando se pensa em como tenho vivido nos ultimos anos, mas ainda sim sinto-me só.
E quanto mais ouço Elliott e Dresden e Dylan, mais percebo que o problema mesmo não é estar sozinho, não é estar e não ver possibilidade de não estar sozinho por um bom e longo tempo.
O problema esta aqui em algum lugar, aqui dentro de mim
Digo isso porque, fazendo um esforço, lembro que quando não estava sozinho, ainda sim me sentia sozinho. A solidão não é uma coisa que pode ser remediada com a presença de alguem (constante ou não, importante ou não. Real ou não)
Vamos ver da seguinte forma; por mais que me esforce pra não ser uma pessoa solitária, quanto mais alguem tentar entrar dentro-de-minha-cabeça e assim tentar não me deixar solitário, mais eu vou criar empecilhos pra que essa pessoa não consiga chegar ali. A solidão, mais do que uma dor em mim, é algo que me mantem uno, que me faz ser eu mesmo.
Dá pra entender?
Sou sozinho(ponto) Isso não vai ser curado por um bom tempo, provavelmente nunca(ponto) Mas é possivel que essa solidão toda seja não só parte integrante do pacote EU, mas sim parte integrante do pacote que faz cada um ser o que é. Mas como eu sou só eu não outros, nunca vou saber (mesmo porque, se estiver certo, nunca conseguirei chegar perto demais de alguem pra ver)
De qualquer forma, estou sozinho e assim ficarei por um tempo, é provavel.
terça-feira, janeiro 15, 2008
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